agenda


2017

Setembro

04,05,18 e 19
Projeto Nós-em-Obra



Dramaturgias urgentes: a palavra escrita, falada e ouvida como potência.
Com Jé Oliveira
A proposta desse ateliê é investigar, por meio de textos teatrais, sociológicos, literários e canções, as potencialidades da palavra escrita, falada, escutada e musicada em cena. Por meio de debates e experiências de escuta e escrita, buscaremos ampliar e fortalecer a compreensão de procedimentos dramatúrgicos utilizados contemporaneamente como testemunhos poéticos dos tempos vividos. A saber, utilizaremos a seguinte literatura de estudo teórico-histórico: “O Narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov”, de Walter Benjamin; “Estudos sobre o teatro”, “Teatro Completo 3 e 6”, de Bertolt Brecht; “TEN: Trajetórias e Reflexões” de Abdias do Nascimento e “O Teatro Épico”, de Anatol Rosenfeld; “Como trabalhar com raça em sociologia”, de Antônio Sergio Alfredo Guimaraes; “Amores Surdos” e “Por Elise”, de Grace Passô. Faremos a audição de obras dos Racionais MC`s , Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, entre outras.

Serviço:
Quando: 04, 11, 18, 25 /09- segundas
Horário: 19 às 22H
Valor: R$200,00 ou 2XR$110,00
Público alvo: atores, atrizes, dramaturgos/as, músicos, artistas da cena e interessados em geral.
Vagas: 15
Inscrição: fitacrepemovimento@gmail.com
Endereço: Consolação 2582, sala 12. (metrô paulista)

Bio:
Fundador do Coletivo Negro, ator, diretor e dramaturgo. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, onde hoje faz parte do corpo de Mestres da instituição sendo responsável pelo ensino e confecção de dramaturgias. Leciona, também, dramaturgia no Sesi Curitiba e em diversas cidades brasileiras pelo projeto Sesc Dramaturgia. Atualmente é graduando em Ciências Sociais, pela Universidade de São Paulo – USP. Como dramaturgo possui 6 peças escritas e encenadas: Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens (2016/ 6º Prêmio Questão de Crítica), {ENTRE}, Azar do Valdemar e Nóis - (2014), Taiô (2013/ indicada ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria: Melhor Espetáculo de Rua), Movimento Número 1: O silêncio de Depois... (2011/duas indicações ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro nas categorias: Grupo Revelação e Melhor Elenco em 2012). É responsável pela direção dos shows: “3 Mil Tons”, do artista Salloma Salomão realizado no Auditório Ibirapuera e “Na Cachola” de Marília Calderón e Walter Garcia, ambos de 2016. Contribuiu artisticamente com os grupos: Ponto de Fiandeiras, Cia dos Inventivos, Cia do Miolo, Rolezinho - BH-MG e foi por cinco anos (2005-2010), integrante do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, onde ganhou prêmios como o Shell, Coca-Cola e o Cooperativa Paulista de Teatro.
Projeto Nós-em-Obra
Dramaturgias urgentes: a palavra escrita, falada e ouvida como potência.
Com Jé Oliveira
A proposta desse ateliê é investigar, por meio de textos teatrais, sociológicos, literários e canções, as potencialidades da palavra escrita, falada, escutada e musicada em cena. Por meio de debates e experiências de escuta e escrita, buscaremos ampliar e fortalecer a compreensão de procedimentos dramatúrgicos utilizados contemporaneamente como testemunhos poéticos dos tempos vividos. A saber, utilizaremos a seguinte literatura de estudo teórico-histórico: “O Narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov”, de Walter Benjamin; “Estudos sobre o teatro”, “Teatro Completo 3 e 6”, de Bertolt Brecht; “TEN: Trajetórias e Reflexões” de Abdias do Nascimento e “O Teatro Épico”, de Anatol Rosenfeld; “Como trabalhar com raça em sociologia”, de Antônio Sergio Alfredo Guimaraes; “Amores Surdos” e “Por Elise”, de Grace Passô. Faremos a audição de obras dos Racionais MC`s , Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, entre outras.

Serviço:
Quando: 04, 11, 18, 25 /09- segundas
Horário: 19 às 22H
Valor: R$200,00 ou 2XR$110,00
Público alvo: atores, atrizes, dramaturgos/as, músicos, artistas da cena e interessados em geral.
Vagas: 15
Inscrição: fitacrepemovimento@gmail.com
Endereço: Consolação 2582, sala 12. (metrô paulista)

Bio:
Fundador do Coletivo Negro, ator, diretor e dramaturgo. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, onde hoje faz parte do corpo de Mestres da instituição sendo responsável pelo ensino e confecção de dramaturgias. Leciona, também, dramaturgia no Sesi Curitiba e em diversas cidades brasileiras pelo projeto Sesc Dramaturgia. Atualmente é graduando em Ciências Sociais, pela Universidade de São Paulo – USP. Como dramaturgo possui 6 peças escritas e encenadas: Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens (2016/ 6º Prêmio Questão de Crítica), {ENTRE}, Azar do Valdemar e Nóis - (2014), Taiô (2013/ indicada ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria: Melhor Espetáculo de Rua), Movimento Número 1: O silêncio de Depois... (2011/duas indicações ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro nas categorias: Grupo Revelação e Melhor Elenco em 2012). É responsável pela direção dos shows: “3 Mil Tons”, do artista Salloma Salomão realizado no Auditório Ibirapuera e “Na Cachola” de Marília Calderón e Walter Garcia, ambos de 2016. Contribuiu artisticamente com os grupos: Ponto de Fiandeiras, Cia dos Inventivos, Cia do Miolo, Rolezinho - BH-MG e foi por cinco anos (2005-2010), integrante do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, onde ganhou prêmios como o Shell, Coca-Cola e o Cooperativa Paulista de Teatro.


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05/09

CARTA BRANCA 




ESTUDOS DO LIMITE 

(Shoenberg: se você não aprender harmonia sua trajetória como compositor será igual a tentar constantemente transpor um muro intransponível
Cage: então nesse caso eu vou dedicar minha vida a bater a cabeça nesse muro)

Limite. Essa é a palavra, a imagem, o mote desta temporada no Carta Branca que tenho a honra e a felicidade de fazer no lindo estúdio Fita Crepe. Limite é o filme clássico de Mário Peixoto, rasgo inaugural do nosso cinema brasileiro, filme-mãe e filme-barco à deriva, como toda obra de arte fundamental. Limite é, também, o muro com o qual nos deparamos durante qualquer tipo de improvisação. Improvisar significa- entre um mar de outras coisas- bater constantemente a cabeça nesse muro.

Esta série de três apresentações será um tubo de ensaio para a trilha ao vivo que farei para o "Limite" no MIS, em setembro, acompanhada pelos ilustres sopristas Maria Beraldo e Filipe Nader. Vou usar esse espaço para testar os materiais centrais da trilha: bateria e voz no primeiro dia (22/08), bateria e sopros (Filipe nos saxes e Maria nos clarinetes) no segundo dia (29/08), bateria e eletrônica no terceiro dia (05/09). Tudo bem improvisado mesmo, os limites expostos, a cabeça no muro, as asas de fora.

serviço:
estúdiofitacrepeSP
rua da consolação, 2582
terças-22,29/08
05/09
19h-abertura estúdio
21h-apresentação (pontual)

INGRESSO
R$20,00


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07,14,21 e 28

CENA, DRAMATURGIA E PERFORMATIVIDADE 




Com Alexandre Dal Farra e Janaína Leite
A proposta do ateliê, a partir da noção de performatividade associada a conceitos como negatividade e profanação, é a de estimular os processos criativos dos participantes em quatro encontros concentrados, focados no diálogo sobre as propostas dos inscritos, combinada à análise de obras (a partir de material textual e audiovisual) de autores atuais que trazem para a criação elementos performativos, tais quais, Angélica Liddell, Christophe Shiliegensief, René Pollesch, Elfriede Jelinek, entre outros, além da realização de exercícios para desenvolvimento dos projetos prévios dos participantes. O foco no trabalho a partir dos projetos individuais aliado à análise de trabalhos de artistas contemporâneos, tem como objetivo privilegiar a criação autoral e fugir da abordagem instrumental e técnica da criação – de forma que parte-se, sempre, da própria poética e da linguagem de interesse de cada um, para propor um aprofundamento da mesma. Importante, nesse sentido, frisar que os autores estudados servem apenas como impulsos, e nunca como modelos.
Serviço:
Quando: 07, 14, 21, 28/09- quintas
Horário: 19 às 22H
Valor: R$200,00, ou 2X R$110,00
Público: artistas da cena, estudantes, pesquisadores e interessados.
Vagas: 15
Inscrições: fitacrepemovimento@gmail.com
Endereço: Consolação 2582, sala 12. (metrô Paulista)
Bio
Janaina Leite é atriz, diretora e dramaturgista. É uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro de São Paulo (APCA, BRAVO, SHELL, entre outros). Já se apresentou em países tais quais França, Alemanha, Portugal, Cabo Verde e Inglaterra. Com os espetáculos Festa de separação: um documentário cênico e Conversas com meu pai consagrou sua pesquisa sobre o documentário e o uso de material autobiográfico em cena. Dirigiu trabalhos como Teorema 21 e Branco: o cheiro do lírio e do formol. Janaina é doutoranda pela Escola de Comunicação e Artes da USP e atua também na orientação de oficinas, cursos e palestras por todo o Brasil. Acaba de publicar pela editora Perspectiva o livro "Autoescrituras performativas: do diário à cena".

Alexandre Dal Farra é escritor, dramaturgo e diretor. Tem mais de quinze peças encenadas, muitas delas indicadas e/ou vencedoras dos mais importantes prêmios brasileiros, como Shell, APCA, Questão de Crítica, Aplauso Brasil, Governador do Estado de São Paulo, entre outros. Vem desenvolvendo orientação ao longo, ao menos, dos últimos cinco anos, em diversos cursos e oficinas de dramaturgia, em São Paulo e em outras diversas cidades do país, tais quais, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São José do Rio Preto, Florianópolis, Recife, entre outras.


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08/09

Lança & Aquiles Guimarães





Lanca é um nome próprio, inventado, sem nenhum significado: um nome livre para criação. Inspirado no Avant Garde, sua veia contemporânea e jazz dão forma a um trabalho de improvisação eclético e essencialmente experimental, dando um formato único para cada apresentação. Composta por três músicos (Tomas Gonzaga - Piano, Rafael Fortes - Saxofone, Pitter Rocha - Guitarra) da cena do Rio de Janeiro. 

No final de 2016 lançaram "Roda", o segundo disco do grupo pelo netlabel bahiano Se-lô!

Link para o disco:https://selonetlabel.bandcamp.com/album/roda

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Aquiles Guimarães (1976) é artista multimídia.
Formado em Fotografia pela FIAM/FAAM e cursou
Composição no IA/Unesp com ênfase em música eletroacústica.
Sua produção sonora deriva do lugar apresentado historicamente pelo acusmatismo, empreendendo experiências de composição onde se mesclam diversas técnicas realizadas através da programação
e construção de instrumentos eletrônicos digitais e analógicos. A sua pesquisa visual é voltada para subversão tecnológica, intervenções e modificações em objetos como projetores digitais, câmeras e lasers, refletindo sobre os desdobramentos da fotografia e cinema expandido.Suas obras se realizam através de meios como a assemblagem, instalação, performance audiovisual, música eletroacústica, vídeo-arte, arte sonora, live-electronics, fotografia etc. Atualmente desenvolve seus projetos na plataforma RKZ Studio, ateliê visual e estúdio de gravação/criação sonora. É editor da Tot Zine e realiza o evento itinerante HUM de música experimental. Trabalha como engenheiro de áudio, compondo trilhas sonoras e programando interfaces de controle de áudio para espetáculos. Teve obras apresentadas no FILE/2012, BIMESP, EIMAS, ENCUN, CINEUNDER, II Festival de Ruído, Festival Ibrasotope e Bienal de Música Brasileira Contemporânea.

https://totzine.hotglue.me/index
https://www.youtube.com/user/aquilesguimaraes
https://vimeo.com/user10125779
https://soundcloud.com/aquilesguimaraes
http://aquilesguimaraes-blog.tumblr.com/

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serviço:
estúdiofitacrepeSP
rua da consolação, 2582
sexta-08/09
19h-abertura estúdio
20h-apresentação-1
21h-apresentação-2

INGRESSO
R$20,00

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09/09

faixa preta com:
Juçara Marçal





Sessão de improviso livre com Juçara Marçal, Bella, André Damião e Marcelo Pretto. 
Neste encontro promovido para o Fita Crepe, Juçara segue sua pesquisa pelos gatilhos criativos do desafio ao vivo, da composição instantânea inscrita num matiz sonoro que comporta desde o ruído até a palavra, cantada ou não. Para esse desafio, (como costuma fazer em seu projeto “Nós da Voz”, em que há sempre um parceiro da voz e do canto), Juçara chamou Marcelo Pretto. Compõem o time, dois grandes artistas da experimentação sonora: Bella e André Damião. 

serviço:
estúdiofitacrepeSP
rua da consolação, 2582
sábado-09/09
19h-abertura estúdio
20h-apresentação (pontual)

INGRESSO 
R$20,00

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12,19 e 26/09

Carta Branca para Luiza Lian e Charles Tixier.



Sempre às 21:00 !

12.9 investigações sobre os encostos + MAHAL PITA
19.9 processos em duo, experimentos poéticos
26.9 coro concreto
Um evento para as Três apresentações!

Carta Branca para Luiza Lian e Charles Tixier.

“Andei investigando um vazio, ou alguns vazios e colagens poéticas.
Por isso nesse convite para o carta branca resolvi abrir o processo criativo de um novo trabalho com Charles Tixier, e é com ele que vou dividir essa temporada. 
Passando por poesias novas ou ideias embrionárias sobre temas que tem me instigado desde Oyá Tempo , o próprio tempo, os ecos, os encostos, os transes, as manadas, a agua, e as contaminações.”

www.luizalian.com.br/oyatempo

serviço:
estúdiofitacrepeSP
rua da consolação, 2582
terças-12,19 e 26/09
19h-abertura estúdio
21h-apresentação (pontual)

INGRESSO
R$20,00

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14/09

Escuchatorio SP: exercício sobre o silêncio




Espaço de Escuta para a terceira edição do projeto colaborativo Escuchatorio (ou) Escutatório. Durante três horas, os ouvidos estarão atentos à transmissão online das peças apresentadas em chamada aberta com o tema SILÊNCIO. A escuta como exercício político e reflexivo é o ponto de partida para o Escuchatório, projeto baseado no México. Escutar o silêncio do mundo: o silêncio-ação, o silêncio-composição, o silêncio-protesto, o silêncio-busca. 


serviço:
estúdiofitacrepeSP
rua da consolação, 2582
sábado-16/09
Transmissão de 15h às 18h

INGRESSO COLABORATIVO



http://escuchatorio.net/escuchar/

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23 e 24/09

Corpo-Acúmulo
Com Kenia Dias



Um intensivo prático de dois dias que propõe o estudo das poéticas do
acúmulo no corpo que move e fala. Acúmulo de objetos, adereços, ações
e textos ditos que (des) hierarquizam as partes do corpo e das imagens
que se formam expandindo, assim, as possibilidades de montar, demolir
e reinventar dramaturgias de movimento.

Serviço:
Quando: 23 e 24/09- sábado das 10 às 18H e domingo das 14 às 18H
Valor: R$200,00 ou 2 x R$110,00
Público: artistas da cena, das artes visuais, pesquisadores e interessados.
Inscrições: fitacrepemovimento@gmail.com
Endereço: Consolação 2582 sala 12.

Kenia Dias
Coordena o estudiofitacrepeSP- ateliê de som e movimento, um espaço
dedicado à pesquisa e criação em arte sonora e arte da cena envolvendo
atividades de formação e experimentação. Atua como diretora,
professora de artes cênicas e performer. É professora de teoria e
prática teatral da Escola Livre de Teatro de Santo André e da SP
Escola de Teatro. É doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC/SP
pesquisando registros de processo de criação de atrizes/atores com
orientação de Cecilia Salles. Morou 5 anos em Belo Horizonte
ministrando aulas de teatro no curso livre do Galpão Cine Horto, onde
também, foi coordenadora dos Núcleos de Pesquisa no período de 2010 a
2011. Ainda em BH foi professora do curso profissionalizante de dança
e de teatro do Cefar-Palácio das Artes e participou da equipe de
direção da Companhia de Dança do Palácio das Artes. Mestre em Arte
pela UnB - Universidade de Brasília e Bacharel em Interpretação
Teatral pela mesma instituição. Foi professora de teoria e prática
teatral do Departamento de Artes Cênicas da UnB e da pós-graduação da
Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
Seus últimos trabalhos como diretora e performer são: Fílon-o Teatro
do Mundo em parceria com Ricardo Garcia, Allyson Amaral e Ana Paula
Lopez (2016); Vaga Carne em parceria com Grace Passô, Ricardo Garcia,
Ricardo Alves Junior e Nadja Naira e Nina Bittencourt (2016), A
Inconstância da Vontade, direção realizada com formandos da EAD/USP
(2016); Aisthesis (Rumos Itaú Cultural 2014/2015 e FAC/2017) em
parceria com Francis Wilker, Giselle Rodrigues, Glauber Coradesqui,
Jonathan Andrade, um projeto de intercâmbio entre artistas da dança e
do teatro de São Paulo, Brasília e Portugal; Carne Moída peça
realizado em parceria com Grace Passô com formandos da EAD/USP;
Parquear, em parceria com Margô Assis e Thembi Rosa (Rumos Dança Itaú
Cultural/2013); Havia (Palácio das Artes/BH/2011) em parceria com
Ricardo Garcia; Padedéu (Funarte/BH/2010) em parceria com Ricardo
Garcia; ArriscaMundo (Oficinão Residência Galpão Cine Horto/BH/2008).
Atua como diretora de movimento e provocadora criativa em processos de
criação de dança e de teatro. Seus últimos trabalhos dessa natureza
foram realizados com o Grupo Galpão /BH e Teatro da Vertigem/SP, ambos
em 2015.

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25/09
Rotas Inventadas:
PORQUE OUTRA É A PÁTRIA QUE DESEJAMOS.
COM SÔNIA SOBRAL e FERNANDA SILVA.


Involuntários da Pátria, desertai-vos!
17 abril de 2016, impeachment de Dilma Roussef pelos deputados
federais; 20 de abril de 2016, o antropólogo Eduardo Viveiros de
Castro profere uma aula pública nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro; julho de 2016, Sonia Sobral e Fernanda Silva se encontram numa residência artística no CAMPO Arte Contemporânea em Teresina, PI.

Serviço: 25/09- segunda-15 às 18H
Valor: R$50,00
Público: artistas, pesquisadores das artes da cena e interessados em geral. 
Vagas: 20
Inscrição: fitacrepemovimento@gmail.com
Endereço: Consolação 2582, sala 12. (metrô paulista)

Bio
Sonia Sobral é gestora cultural de artes cênicas. Atualmente integra grupos de pesquisas cênicas e dramaturgias.

Fernanda Silva, atriz e diretora, conduz há 23 anos o Grupo de Teatro Metáfora, que desde 2005 mantém o Teatro Metáfora como espaço de resistência em Parnaíba, litoral do Piauí.




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