2017

2017


Dezembro

Encuentro Internacional de Dramaturgia Emergente




O fitacrepeSP recebe o Encuentro Internacional de Dramaturgia Emergente que é um dos principais eventos produzidos pelo Corredor Latinoamericano de Teatro CLT, organização criada no Chile para a circulação do teatro latinoamericano.

A dinâmica do evento começa com uma convocatória aberta à dramaturgos e diretores dos quatro países participantes: Argentina, Brasil, Chile e México. Depois disso, sāo selecionados 3 textos por país, os quais sāo trocados entre os países participantes e criadas semi-montagens por um diretor do país que recebe o texto; de modo que no Brasil serão apresentados textos da Argentina, Brasil e México, pelos diretores brasileiros.

A quarta edição do Encuentro acontecerá no Brasil nos dias 03 de dezembro em São Paulo, e no dia 10 de dezembro em Belo Horizonte.

========================================


Novembro


Ateliê Afinação
Com Georgette Fadel





A partir do impulso e processo de conceituarção do pequeno solo Afinação, pensamentos, reflexões e alguns exercícios práticos serão desenvolvidos, apontamentos para possíveis novas Afinações.

BIO:
Georgette Fadel é diretora e atriz de formação acadêmica (escola de arte dramática e departamento de coumicaçao e artes da USP), onde ainda dentro da faculdade durante os anos 90 se engaja e faz parte do florescimento de um forte movimento de grupos na cidade de São Paulo . Participa da fundação de Cias como Cia do Latão, Nucleo Bartolomeu de depoimentos e Cia São Jorge de Variedades, onde dirigiu e atuou em diversos espetáculos marcantes do movimento estético da virada do século como "O nome do Sujeito", "Bartolomeu que será que nele deu", "Biedermann e os incendiários," "Bastianas", "Barafonda", "Quem não sabe mais quem é, o que é onde está , precisa se mexer". Dirigiu mais recentemente com a Mundana Cia e Camila Pitanga, com a Probastica Cia e vários outros artistas espetáculos que além do eixo Rio São Paulo ganharam também palcos internacionais . Como atriz foi dirigida por Cristiane Paoli Quito, Tiche Viana, Francisco Medeiros, Cibele Forjaz, Frank Castorf, Felipe Hirsch. Como professora. Além de oficinas pelo país inteiro, ministrou aulas de interpretação na Escola Livre de Teatro de Santo André , no Estudio Nova Dança, na pós graduação da faculdade Celia Helena, além de direções na Ead. Sua trajetória é profundamente ligada a construção do performer livre e consciente dos movimentos do seu tempo.



Outubro

Rotas Inventadas com Lydia Del Picchia

Foto: Guto Muniz


Rotas Inventadas é um projeto do fitacrepeSP que, uma vez por mês, abre uma roda de conversa sobre a poética dos processos de criação a partir da experiência de artistas e pesquisadores da cena. No mês de outubro convidamos a atriz LYDIA DEL PICCHIA do GRUPO GALPÃO para conversar sobre o processo criativo da peça Nós dirigida por Márcio Abreu.

Bio:
Mineira de Belo Horizonte, Lydia Del Picchia é formada pelo extinto Trans-Forma Centro de Dança Contemporânea, ponto de experiências culturais e interdisciplinares, fundado e dirigido Marilene Martins. Participou de diversos grupos, tais como o Trans-Forma, Cia. de Dança do Palácio das Artes e Grupo 1º Ato, exercendo funções de bailarina, professora, assistente artística e coreógrafa. Trabalhou com Dudude Herrmann, Graciela Figueroa, Klauss Vianna, Freddy Romero, Angel Vianna, Bettina Belomo, Sônia Mota, Tíndaro Silvano, Luis Arrieta, Rodrigo Pederneiras, Oscar Arraiz, entre outros.

Atriz do Grupo Galpão desde 1994 atua em todos os espetáculos do repertório, tendo trabalhado com Gabriel Vilella, Cacá Carvalho, Paulo José, Paulo de Moraes, Jurij Alschitz e Márcio Abreu. É também Coordenadora Pedagógica do Galpão Cine Horto desde 2004.

Dirigiu os espetáculos “In Memoriam” (2004), “Papo de Anjo” (2005), “Ensaio de mentira” (2013) no GCH, “Horas Possíveis” (2012) do Grupo Camaleão de Dança e “De Tempo Somos” (2014) do Grupo Galpão. Foi diretora assistente em “A Vida é Sonho” (2003) no GCH, “Um homem é um Homem” (2004) e “Os Gigantes da Montanha” (2013) do Grupo Galpão.


=============================================

Setembro

04,05,18 e 19
Projeto Nós-em-Obra



Dramaturgias urgentes: a palavra escrita, falada e ouvida como potência.
Com Jé Oliveira
A proposta desse ateliê é investigar, por meio de textos teatrais, sociológicos, literários e canções, as potencialidades da palavra escrita, falada, escutada e musicada em cena. Por meio de debates e experiências de escuta e escrita, buscaremos ampliar e fortalecer a compreensão de procedimentos dramatúrgicos utilizados contemporaneamente como testemunhos poéticos dos tempos vividos. A saber, utilizaremos a seguinte literatura de estudo teórico-histórico: “O Narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov”, de Walter Benjamin; “Estudos sobre o teatro”, “Teatro Completo 3 e 6”, de Bertolt Brecht; “TEN: Trajetórias e Reflexões” de Abdias do Nascimento e “O Teatro Épico”, de Anatol Rosenfeld; “Como trabalhar com raça em sociologia”, de Antônio Sergio Alfredo Guimaraes; “Amores Surdos” e “Por Elise”, de Grace Passô. Faremos a audição de obras dos Racionais MC`s , Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, entre outras.


Bio:
Fundador do Coletivo Negro, ator, diretor e dramaturgo. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, onde hoje faz parte do corpo de Mestres da instituição sendo responsável pelo ensino e confecção de dramaturgias. Leciona, também, dramaturgia no Sesi Curitiba e em diversas cidades brasileiras pelo projeto Sesc Dramaturgia. Atualmente é graduando em Ciências Sociais, pela Universidade de São Paulo – USP. Como dramaturgo possui 6 peças escritas e encenadas: Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens (2016/ 6º Prêmio Questão de Crítica), {ENTRE}, Azar do Valdemar e Nóis - (2014), Taiô (2013/ indicada ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria: Melhor Espetáculo de Rua), Movimento Número 1: O silêncio de Depois... (2011/duas indicações ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro nas categorias: Grupo Revelação e Melhor Elenco em 2012). É responsável pela direção dos shows: “3 Mil Tons”, do artista Salloma Salomão realizado no Auditório Ibirapuera e “Na Cachola” de Marília Calderón e Walter Garcia, ambos de 2016. Contribuiu artisticamente com os grupos: Ponto de Fiandeiras, Cia dos Inventivos, Cia do Miolo, Rolezinho - BH-MG e foi por cinco anos (2005-2010), integrante do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, onde ganhou prêmios como o Shell, Coca-Cola e o Cooperativa Paulista de Teatro.
Projeto Nós-em-Obra
Dramaturgias urgentes: a palavra escrita, falada e ouvida como potência.
Com Jé Oliveira
A proposta desse ateliê é investigar, por meio de textos teatrais, sociológicos, literários e canções, as potencialidades da palavra escrita, falada, escutada e musicada em cena. Por meio de debates e experiências de escuta e escrita, buscaremos ampliar e fortalecer a compreensão de procedimentos dramatúrgicos utilizados contemporaneamente como testemunhos poéticos dos tempos vividos. A saber, utilizaremos a seguinte literatura de estudo teórico-histórico: “O Narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov”, de Walter Benjamin; “Estudos sobre o teatro”, “Teatro Completo 3 e 6”, de Bertolt Brecht; “TEN: Trajetórias e Reflexões” de Abdias do Nascimento e “O Teatro Épico”, de Anatol Rosenfeld; “Como trabalhar com raça em sociologia”, de Antônio Sergio Alfredo Guimaraes; “Amores Surdos” e “Por Elise”, de Grace Passô. Faremos a audição de obras dos Racionais MC`s , Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, entre outras.


Bio:
Fundador do Coletivo Negro, ator, diretor e dramaturgo. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, onde hoje faz parte do corpo de Mestres da instituição sendo responsável pelo ensino e confecção de dramaturgias. Leciona, também, dramaturgia no Sesi Curitiba e em diversas cidades brasileiras pelo projeto Sesc Dramaturgia. Atualmente é graduando em Ciências Sociais, pela Universidade de São Paulo – USP. Como dramaturgo possui 6 peças escritas e encenadas: Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens (2016/ 6º Prêmio Questão de Crítica), {ENTRE}, Azar do Valdemar e Nóis - (2014), Taiô (2013/ indicada ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria: Melhor Espetáculo de Rua), Movimento Número 1: O silêncio de Depois... (2011/duas indicações ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro nas categorias: Grupo Revelação e Melhor Elenco em 2012). É responsável pela direção dos shows: “3 Mil Tons”, do artista Salloma Salomão realizado no Auditório Ibirapuera e “Na Cachola” de Marília Calderón e Walter Garcia, ambos de 2016. Contribuiu artisticamente com os grupos: Ponto de Fiandeiras, Cia dos Inventivos, Cia do Miolo, Rolezinho - BH-MG e foi por cinco anos (2005-2010), integrante do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, onde ganhou prêmios como o Shell, Coca-Cola e o Cooperativa Paulista de Teatro.


===========================================================
05/09

CARTA BRANCA 




ESTUDOS DO LIMITE 

(Shoenberg: se você não aprender harmonia sua trajetória como compositor será igual a tentar constantemente transpor um muro intransponível
Cage: então nesse caso eu vou dedicar minha vida a bater a cabeça nesse muro)

Limite. Essa é a palavra, a imagem, o mote desta temporada no Carta Branca que tenho a honra e a felicidade de fazer no lindo estúdio Fita Crepe. Limite é o filme clássico de Mário Peixoto, rasgo inaugural do nosso cinema brasileiro, filme-mãe e filme-barco à deriva, como toda obra de arte fundamental. Limite é, também, o muro com o qual nos deparamos durante qualquer tipo de improvisação. Improvisar significa- entre um mar de outras coisas- bater constantemente a cabeça nesse muro.

Esta série de três apresentações será um tubo de ensaio para a trilha ao vivo que farei para o "Limite" no MIS, em setembro, acompanhada pelos ilustres sopristas Maria Beraldo e Filipe Nader. Vou usar esse espaço para testar os materiais centrais da trilha: bateria e voz no primeiro dia (22/08), bateria e sopros (Filipe nos saxes e Maria nos clarinetes) no segundo dia (29/08), bateria e eletrônica no terceiro dia (05/09). Tudo bem improvisado mesmo, os limites expostos, a cabeça no muro, as asas de fora.


======================================================

07,14,21 e 28

CENA, DRAMATURGIA E PERFORMATIVIDADE 




Com Alexandre Dal Farra e Janaína Leite
A proposta do ateliê, a partir da noção de performatividade associada a conceitos como negatividade e profanação, é a de estimular os processos criativos dos participantes em quatro encontros concentrados, focados no diálogo sobre as propostas dos inscritos, combinada à análise de obras (a partir de material textual e audiovisual) de autores atuais que trazem para a criação elementos performativos, tais quais, Angélica Liddell, Christophe Shiliegensief, René Pollesch, Elfriede Jelinek, entre outros, além da realização de exercícios para desenvolvimento dos projetos prévios dos participantes. O foco no trabalho a partir dos projetos individuais aliado à análise de trabalhos de artistas contemporâneos, tem como objetivo privilegiar a criação autoral e fugir da abordagem instrumental e técnica da criação – de forma que parte-se, sempre, da própria poética e da linguagem de interesse de cada um, para propor um aprofundamento da mesma. Importante, nesse sentido, frisar que os autores estudados servem apenas como impulsos, e nunca como modelos.

Bio
Janaina Leite é atriz, diretora e dramaturgista. É uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro de São Paulo (APCA, BRAVO, SHELL, entre outros). Já se apresentou em países tais quais França, Alemanha, Portugal, Cabo Verde e Inglaterra. Com os espetáculos Festa de separação: um documentário cênico e Conversas com meu pai consagrou sua pesquisa sobre o documentário e o uso de material autobiográfico em cena. Dirigiu trabalhos como Teorema 21 e Branco: o cheiro do lírio e do formol. Janaina é doutoranda pela Escola de Comunicação e Artes da USP e atua também na orientação de oficinas, cursos e palestras por todo o Brasil. Acaba de publicar pela editora Perspectiva o livro "Autoescrituras performativas: do diário à cena".

Alexandre Dal Farra é escritor, dramaturgo e diretor. Tem mais de quinze peças encenadas, muitas delas indicadas e/ou vencedoras dos mais importantes prêmios brasileiros, como Shell, APCA, Questão de Crítica, Aplauso Brasil, Governador do Estado de São Paulo, entre outros. Vem desenvolvendo orientação ao longo, ao menos, dos últimos cinco anos, em diversos cursos e oficinas de dramaturgia, em São Paulo e em outras diversas cidades do país, tais quais, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São José do Rio Preto, Florianópolis, Recife, entre outras.


===============================================


08/09

Lança & Aquiles Guimarães





Lanca é um nome próprio, inventado, sem nenhum significado: um nome livre para criação. Inspirado no Avant Garde, sua veia contemporânea e jazz dão forma a um trabalho de improvisação eclético e essencialmente experimental, dando um formato único para cada apresentação. Composta por três músicos (Tomas Gonzaga - Piano, Rafael Fortes - Saxofone, Pitter Rocha - Guitarra) da cena do Rio de Janeiro. 

No final de 2016 lançaram "Roda", o segundo disco do grupo pelo netlabel bahiano Se-lô!

Link para o disco:https://selonetlabel.bandcamp.com/album/roda

=====================================

Aquiles Guimarães (1976) é artista multimídia.
Formado em Fotografia pela FIAM/FAAM e cursou
Composição no IA/Unesp com ênfase em música eletroacústica.
Sua produção sonora deriva do lugar apresentado historicamente pelo acusmatismo, empreendendo experiências de composição onde se mesclam diversas técnicas realizadas através da programação
e construção de instrumentos eletrônicos digitais e analógicos. A sua pesquisa visual é voltada para subversão tecnológica, intervenções e modificações em objetos como projetores digitais, câmeras e lasers, refletindo sobre os desdobramentos da fotografia e cinema expandido.Suas obras se realizam através de meios como a assemblagem, instalação, performance audiovisual, música eletroacústica, vídeo-arte, arte sonora, live-electronics, fotografia etc. Atualmente desenvolve seus projetos na plataforma RKZ Studio, ateliê visual e estúdio de gravação/criação sonora. É editor da Tot Zine e realiza o evento itinerante HUM de música experimental. Trabalha como engenheiro de áudio, compondo trilhas sonoras e programando interfaces de controle de áudio para espetáculos. Teve obras apresentadas no FILE/2012, BIMESP, EIMAS, ENCUN, CINEUNDER, II Festival de Ruído, Festival Ibrasotope e Bienal de Música Brasileira Contemporânea.

https://totzine.hotglue.me/index
https://www.youtube.com/user/aquilesguimaraes
https://vimeo.com/user10125779
https://soundcloud.com/aquilesguimaraes
http://aquilesguimaraes-blog.tumblr.com/

==========================================================

09/09

faixa preta com:
Juçara Marçal





Sessão de improviso livre com Juçara Marçal, Bella, André Damião e Marcelo Pretto. 
Neste encontro promovido para o Fita Crepe, Juçara segue sua pesquisa pelos gatilhos criativos do desafio ao vivo, da composição instantânea inscrita num matiz sonoro que comporta desde o ruído até a palavra, cantada ou não. Para esse desafio, (como costuma fazer em seu projeto “Nós da Voz”, em que há sempre um parceiro da voz e do canto), Juçara chamou Marcelo Pretto. Compõem o time, dois grandes artistas da experimentação sonora: Bella e André Damião. 

=====================================

12,19 e 26/09

Carta Branca para Luiza Lian e Charles Tixier.



Sempre às 21:00 !

12.9 investigações sobre os encostos + MAHAL PITA
19.9 processos em duo, experimentos poéticos
26.9 coro concreto
Um evento para as Três apresentações!

Carta Branca para Luiza Lian e Charles Tixier.

“Andei investigando um vazio, ou alguns vazios e colagens poéticas.
Por isso nesse convite para o carta branca resolvi abrir o processo criativo de um novo trabalho com Charles Tixier, e é com ele que vou dividir essa temporada. 
Passando por poesias novas ou ideias embrionárias sobre temas que tem me instigado desde Oyá Tempo , o próprio tempo, os ecos, os encostos, os transes, as manadas, a agua, e as contaminações.”

www.luizalian.com.br/oyatempo

============================================

14/09

Escuchatorio SP: exercício sobre o silêncio




Espaço de Escuta para a terceira edição do projeto colaborativo Escuchatorio (ou) Escutatório. Durante três horas, os ouvidos estarão atentos à transmissão online das peças apresentadas em chamada aberta com o tema SILÊNCIO. A escuta como exercício político e reflexivo é o ponto de partida para o Escuchatório, projeto baseado no México. Escutar o silêncio do mundo: o silêncio-ação, o silêncio-composição, o silêncio-protesto, o silêncio-busca. 


http://escuchatorio.net/escuchar/

========================================================
23 e 24/09

Corpo-Acúmulo
Com Kenia Dias



Um intensivo prático de dois dias que propõe o estudo das poéticas do
acúmulo no corpo que move e fala. Acúmulo de objetos, adereços, ações
e textos ditos que (des) hierarquizam as partes do corpo e das imagens
que se formam expandindo, assim, as possibilidades de montar, demolir
e reinventar dramaturgias de movimento.
==========================================


25/09
Rotas Inventadas:
PORQUE OUTRA É A PÁTRIA QUE DESEJAMOS.
COM SÔNIA SOBRAL e FERNANDA SILVA.


Involuntários da Pátria, desertai-vos!
17 abril de 2016, impeachment de Dilma Roussef pelos deputados
federais; 20 de abril de 2016, o antropólogo Eduardo Viveiros de
Castro profere uma aula pública nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro; julho de 2016, Sonia Sobral e Fernanda Silva se encontram numa residência artística no CAMPO Arte Contemporânea em Teresina, PI.


Bio
Sonia Sobral é gestora cultural de artes cênicas. Atualmente integra grupos de pesquisas cênicas e dramaturgias.

Fernanda Silva, atriz e diretora, conduz há 23 anos o Grupo de Teatro Metáfora, que desde 2005 mantém o Teatro Metáfora como espaço de resistência em Parnaíba, litoral do Piauí.


==========================================

Agosto

29 de agosto
05 de Setembro 


CARTA BRANCA 





ESTUDOS DO LIMITE 

(Shoenberg: se você não aprender harmonia sua trajetória como compositor será igual a tentar constantemente transpor um muro intransponível
Cage: então nesse caso eu vou dedicar minha vida a bater a cabeça nesse muro)

Limite. Essa é a palavra, a imagem, o mote desta temporada no Carta Branca que tenho a honra e a felicidade de fazer no lindo estúdio Fita Crepe. Limite é o filme clássico de Mário Peixoto, rasgo inaugural do nosso cinema brasileiro, filme-mãe e filme-barco à deriva, como toda obra de arte fundamental. Limite é, também, o muro com o qual nos deparamos durante qualquer tipo de improvisação. Improvisar significa- entre um mar de outras coisas- bater constantemente a cabeça nesse muro.

Esta série de três apresentações será um tubo de ensaio para a trilha ao vivo que farei para o "Limite" no MIS, em setembro, acompanhada pelos ilustres sopristas Maria Beraldo e Filipe Nader. Vou usar esse espaço para testar os materiais centrais da trilha: bateria e voz no primeiro dia (22/08), bateria e sopros (Filipe nos saxes e Maria nos clarinetes) no segundo dia (29/08), bateria e eletrônica no terceiro dia (05/09). Tudo bem improvisado mesmo, os limites expostos, a cabeça no muro, as asas de fora.



======================================================



DE 07 à 25/08
A imagem pode conter: texto

Nós-em-Obra: ateliês práticos/teóricos conduzidos por
artistas-pesquisadores-pedagogos das artes da cena que investigam
processos de atuação e suas potências criativas.
Rotas Inventadas: conversas sobre a poética dos processos de criação a
partir da experiência de artistas e pesquisadores da cena.
Agosto
Nós-em-Obra
>Corpo-acúmulo
Com Kenia Dias
Encontros práticos voltados aos artistas da cena para estudar as
poéticas do acúmulo no corpo que move e fala. Acúmulo de objetos,
adereços e textos ditos que (des) hierarquizam as partes do corpo e
das imagens que se formam expandindo as possibilidades de montar,
demolir e reinventar dramaturgias.
Bio
Coordena o estudiofitacrepeSP- ateliê de som e movimento, um espaço
dedicado à pesquisa e criação em arte sonora e arte da cena envolvendo
atividades de formação e experimentação. Atua como diretora,
professora de artes cênicas e performer. É professora de teoria e
prática teatral da Escola Livre de Teatro de Santo André e da SP
Escola de Teatro. É doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC/SP
pesquisando registros de processo de criação de atrizes/atores-em-obra
com orientação de Cecilia Salles. Morou 5 anos em Belo Horizonte
ministrando aulas de teatro no curso livre do Galpão Cine Horto, onde
também, foi coordenadora dos Núcleos de Pesquisa no período de 2010 a
2011. Ainda em BH foi professora do curso profissionalizante de dança
e de teatro do Cefar-Palácio das Artes e participou da equipe de
direção da Companhia de Dança do Palácio das Artes. Mestre em Arte
pela UnB - Universidade de Brasília e Bacharel em Interpretação
Teatral pela mesma instituição. Foi professora de teoria e prática
teatral do Departamento de Artes Cênicas da UnB e da pós-graduação da
Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
Seus últimos trabalhos como diretora e performer são: Fílon-o Teatro
do Mundo em parceria com Ricardo Garcia, Allyson Amaral e Ana Paula
Lopez (2016); Vaga Carne em parceria com Grace Passô, Ricardo Garcia,
Ricardo Alves Junior e Nadja Naira (2016), A Inconstância da Vontade,
direção realizada com formandos da EAD/USP (2016); Aisthesis (Rumos
Itaú Cultural 2014/2015 e FAC/2017) em parceria com Francis Wilker,
Giselle Rodrigues, Glauber Coradesqui, Jonathan Andrade, um projeto de
intercâmbio entre artistas da dança e do teatro de São Paulo, Brasília
e Portugal; Carne Moída peça realizado em parceria com Grace Passô com
formandos da EAD/USP; Parquear, em parceria com Margô Assis e Thembi
Rosa (Rumos Dança Itaú Cultural/2013); Havia (Palácio das
Artes/BH/2011) em parceria com Ricardo Garcia; Padedéu
(Funarte/BH/2010) em parceria com Ricardo Garcia. Atua como diretora de movimento e provocadora
criativa em processos de criação de dança e de teatro. Seus últimos
trabalhos dessa natureza foram realizados com o Grupo Galpão /BH e
Teatro da Vertigem/SP, ambos em 2015.
==================================
>As poéticas do dançar para e com as crianças- módulo 2
Com Uxa Xavier
Refletir sobre o corpo que cria e vive processos pedagógicos em dança
na sociedade contemporânea. Compreensão e acesso ao movimento nas
relações de escuta e potencialidades expressivas. Construir relações
entre o corpo, espaço, tempo e fluência do movimento em processos de
investigação e criação. Princípios de análise de movimento na produção
de células coreográficas a partir dos conteúdos e proposições
trabalhados em aula. Leitura de textos que criam articulações entre a
prática e a reflexão sobre o corpo e as ações artísticas/pedagógicas.
Fruição e análise de obras de dança em vídeo. Criação de projetos
individuais ou coletivo.

Bio
Artista -educadora e pesquisadora da dança para e com crianças no território da dança contemporânea Especialista no Método Laban Especialização pela USP. Professora convidada no Curso de Arte e Educação /Teoria e Pratica E.C.A U.S P na linguagem de dança desde 2006. Curadora de Dança do Projeto Casa de Cultura e Cidadania/AES Eletropaulo 2008/2016.Diretora do Grupo Lagartixa na Janela, que tem como matriz de pesquisa o universo da infância e o espaço público. Autora do livro “Mapas para dançar em muitos lugares”.Atualmente tem ministrado oficinas e residências no Brasil e na America Latina.
======================================
>Como caçar anjos urbanos
Com Jorge Louraço
Tal como os anjos de Peter Handke e Wim Wenders em "Asas do Desejo", vamos sair pelas ruas e telhados de São Paulo à procura de pensamentos, palavras, atos e omissões. Os participantes farão uma seleção pessoal de frases, gestos e sons, com a missão de depois os reconstruir em cena. A partir desse material, serão criadas paisagens sonoras e ações teatrais. 

Bio
Nascido em Portugal, escreveu Cassandra de Balaclava, Xmas qd Kiseres (Christimas quando quiseres) eO Espantalho Teso, e encenou Conta-me Como É, com textos de Pedro Marques, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro.Fez a Oficina de Escrita Teatral de Antonio Mercado no TNSJ – Teatro Nacional São João, o seminário«Traverse Theatre», com Enda Walsh e John Tiffany, nos Artistas Unidos, a residência internacional do Royal Court Theatre, e o «Seminário de Escrita Teatral» de J. S. Sinisterra no TNDM – Teatro Nacional D. Maria II. No Brasil, trabalhou com os encenadores Marco Antonio Rodrigues, Cibele Forjaz e Marcelo Lazzarato, e publicou Verás Que Tudo É Verdade, sobre o grupo Folias (SP). Doutorando em Estudos Artísticos, pela Universidade de Coimbra, com uma bolsa atribuída pela FCT, é docente na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Colaborou com várias publicações, como o Léxico de Pedagogia do Teatro, editado pela editora Perspectiva, eas revistas Drama, Sinais de Cena, Camarim, Hemisférica, entre outras, e coordenou eventos, seminários, encontros e workshops ligados à dramaturgia, em Portugal e no Brasil. Tem várias peças publicadas e levadas à cena, tendo a sua peça Êxodos sido nomeada para o Prémio de Melhor Dramaturgia da APCA – Associação Paulista de Críticos deArtes.
===================================
Rotas Inventadas
>Diálogos
Com Cecilia salles
Reflexões sobre uma abordagem crítica para a arte a partir de seus
processos de criação. De modo mais específico, serão discutidos os
processos em grupo com o foco nas artes cênicas. Será proposto um
espaço de reflexão sobre a experimentação contemporânea, como as
diferentes relações entre processo e “espetáculo”, a complexidade dos
arquivos de criação, os documentários de processos de criação e o
compartilhamento de práticas artísticas.


Bio:
Cecilia Almeida Salles é professora titular do Programa de
Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP. Coordenadora do
Grupo de Pesquisa em Processos de Criação. Autora dos livros Gesto
inacabado (1998), Crítica Genética (2008), Redes da Criação (2006),
Arquivos de Criação: arte e curadoria (2010) e Processos de criação em
grupo: diálogos (no prelo).


===============================


21-segunda
15h






Reflexões sobre uma abordagem crítica para a arte a partir de seus processos de criação. De modo mais específico, serão discutidos os processos em grupo com o foco nas artes cênicas. Será proposto um espaço de reflexão sobre a experimentação contemporânea, como as diferentes relações entre processo e “espetáculo”, a complexidade dos arquivos de criação, os documentários de processos de criação e o compartilhamento de práticas artísticas.

Serviço:
Quando: 21/08- segunda feira
Horário: 15:00 às 18:00h
Valor: R$50,00
Público alvo: artistas, pesquisadores de processos criativos nas artes da cena, cinema, artes visuais e literatura.
Vagas: 20
Inscrição: fitacrepemovimento@gmail.com
Endereço: Consolação 2582, sala 12.

Bio:
Cecilia Almeida Salles é professora titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP. Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Processos de Criação. Autora dos livros Gesto inacabado (1998), Crítica Genética (2008), Redes da Criação (2006), Arquivos de Criação: arte e curadoria (2010) e Processos de criação em grupo: diálogos (no prelo).

====================================

21-segunda
19h



Como Caçar Anjos Urbanos- ateliê de escrita teatral 
Com Jorge Louraço
Tal como os anjos de Peter Handke e Wim Wenders em "Asas do Desejo", vamos sair pelas ruas e telhados de São Paulo à procura de pensamentos, palavras, atos e omissões. Os participantes farão uma seleção pessoal de frases, gestos e sons, com a missão de depois os reconstruir em cena. A partir desse material, serão criadas paisagens sonoras e ações teatrais.

Serviço:
Quando: 21, 23, 25/08- segunda, quarta e sexta feira
Horário: 19:00 às 22:00h
Valor: R$200,00, ou 2xR$110,00
Público: profissionais, amadores, interessados e curiosos.
Vagas: 15
Inscrição: fitacrepemovimento@gmail.com 
Endereço: Consolação 2582, sala 12.

Bio
Nascido em Portugal, escreveu Cassandra de Balaclava, Xmas qd Kiseres (Christimas quando quiseres) eO Espantalho Teso, e encenou Conta-me Como É, com textos de Pedro Marques, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro.Fez a Oficina de Escrita Teatral de Antonio Mercado no TNSJ – Teatro Nacional São João, o seminário«Traverse Theatre», com Enda Walsh e John Tiffany, nos Artistas Unidos, a residência internacional do Royal Court Theatre, e o «Seminário de Escrita Teatral» de J. S. Sinisterra no TNDM – Teatro Nacional D. Maria II. No Brasil, trabalhou com os encenadores Marco Antonio Rodrigues, Cibele Forjaz e Marcelo Lazzarato, e publicou Verás Que Tudo É Verdade, sobre o grupo Folias (SP). Doutorando em Estudos Artísticos, pela Universidade de Coimbra, com uma bolsa atribuída pela FCT, é docente na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Colaborou com várias publicações, como o Léxico de Pedagogia do Teatro, editado pela editora Perspectiva, eas revistas Drama, Sinais de Cena, Camarim, Hemisférica, entre outras, e coordenou eventos, seminários, encontros e workshops ligados à dramaturgia, em Portugal e no Brasil. Tem várias peças publicadas e levadas à cena, tendo a sua peça Êxodos sido nomeada para o Prémio de Melhor Dramaturgia da APCA – Associação Paulista de Críticos deArtes.

=========================================================

Agosto


Carta Branca



Carta Branca 001: Rodrigo Brandão acompanhado por Guilherme Granado & Rogério Martins

Podcast - entrevista com Rodrigo Brandão: https://soundcloud.com/estudiofitacrepesp/rodrigo-brandao-podcast

Sessões de improviso livre em q textos se tornam instrumentos musicais, samplers falam por si, sopros pregam o pós-apocalipse e sintetizadores se sentem.

Toda vez é única, porque os dias também são. Assim, diferentes comparsas chegam p/ reforçar as cores de cada ocasião, de cada ciclo, de cada som.

O intuito no entanto é sempre o mesmo: extrair o supra sumo da data em questão, celebrar a arte do encontro, e compartilhar alimento pra alma.

Dia 01/08:

Convidados: Marcos Gerez (Hurtmold) no baixo & Leandro Archella (Rumbo Reverso) no piano.
+ Pitzan (Elo Da Corrente) nos beats ao vivo.

Dia 08/08:

Convidado: Pupillo (Nação Zumbi) na bateria.
+ Black Snake 808 nos beats e efeitos.

Dia 15/08:

Convidada: Tulipa Ruiz no microfone.
+ Chankas (Hurtmold) nas canções em camadas.

=====================================


O Som e a Cidade com Ricardo Garcia e Grupo XIX de Teatro





Os encontros terão orientação do pesquisador em arte sonora Ricardo Garcia e serão mediados pelos atores criadores do Grupo XlX. Tem como objetivo ampliar a percepção da escuta dos sons da cidade e criar percursos sonoros que conversem com a pesquisa de instalação performática pro novo espetáculo do grupo dentro do projeto "A Estufa e a Cidade". Os participantes serão convidados a se deslocar em deriva pela cidade conduzidos pela percepção dos sons. A partir daí irão fazer desenhos, anotações e gravações de campo que serão a base para a criação de narrativas sonoras e do mapeamento sonoro/geográfico do trajeto. 

Público Alvo: Atores, djs, técnicos, artistas em geral

Duração: 5 encontros de 3h
__________________________

SOBRE RICARDO GARCIA:

2017 - Curador e Produtor de apresentações no estúdiofitacrepeSP pelo prêmio Funarte (Palcos Permanentes 2016/2017); apresentação solo de Anônimo na FIMF-M e Tarde Abstrata na Galeria Bendgy(SP). Coordenador da Oficina de Objetos Sonoros no MASP (Museu de Arte de São Paulo); Laboratório Sons em Movimento.
2016 - Produção e Curadoria do Festival Bigorna- Música Instrumental Experimental-SP; diretor da montagem “Filon: o teatro do mundo” (Proac2015); Trilha Sonora do espetáculo Vaga Carne, de Grace Passô; Integrante do Grupo de Pesquisa em artes plásticas Vaga-Mundo Poéticas Nômades (Brasilia); trilha sonora, iluminação e cenário do espetáculo “A Inconstância da Vontade” EAD-USP com direção de Kenia Dias; oficina de som e Movimento na Oficina Cultural Oswald Andrade-SP; Oficina de Espacialização Sonora e apresentação de trabalho solo do Campos de Experimentação Sonora em São José dos Campos; Instalação Bigorna em parceria com o compositor Rodolfo Valente para a praça José Molina.
2015 - Direção musical da Banda Sonora, sonorizando Blackmail, de Alfred Hitchcock(1929), apresentado no Sesc Santana, Museu da Imagem e do Som/SP, Cine Olido (SP) e no projeto AVAV (audio visual ao vivo)SP; Apresentação da peça “Cidade Invisíveis”, obra eletroacústica do duo Eletro-Radiobras, no Festival Multiplicidade-RJ; Instalação Sonora na Ocupação Cênica “Dois ou Três Dedos da Andaime Cia de Teatro (Brasilia).
2014 - Trilha sonora e iluminação do espetáculo “Carne Moída” EAD-USP, com Direção de Kenia Dias e Grace Passô.
2013 - Instalação Sonora "Curtindo a Lagoa"-Festival Internacional de Música Câmbio-S, BH; Instalação Sonora para a peça "Os Ancestrais"-Grupo Teatro Invertido BH; Apresentação de Live Soundscape, no Festival de Música Livre Independente "Pequenas Sessões”BH.
2012 - Paisagem Sonora ”Praça Pau Brasil" composição selecionada para a comemoração dos 100 anos do compositor John Cage pela "Electronic Music Foundation"-Ear to the Earth; produção e execução do projeto Soundscape São Paulo em parceria com o artista sonoro Luca Forcucci apresentado na 30º Bienal de São Paulo; Professor do curso de pós graduação Movimento e Ação: Arte da Performance da Faculdade Angel Vianna, ministrando a disciplina Som em Performance.
2011- Sonoplastia do espetáculo "Eclipse" Grupo Galpão; Ministrante da oficina "Ação Sonora" FUNARTE-BH; Laboratório de Pesquisa e Composição em música eletroacústica "Around the World" parceria com o ítalo-suíço Luca Forcucci na cidade de Neuchatel/Suíça.
2000/2011- Coordenador do Laboratório de Trilha Sonora do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes-BH.

Mais informações:
http://www.estudiofitacrepe.com.br/
http://www.estudiofitacrepesp.com/
__________________________

SOBRE O GRUPO XIX DE TEATRO:

Desde 2001 o Grupo XIX de Teatro vem desenvolvendo uma pesquisa autoral que deu origem aos espetáculos Hysteria, Hygiene, Arrufos, Marcha para Zenturo (em parceria com o Grupo Espanca), Nada aconteceu, tudo acontece e tudo está acontecendo, Estrada do Sul (em parceria com o Teatro Dell’Argine) e Teorema 21. A exploração de espaços não-convencionais, a criação colaborativa e a relação direta com o público nas encenações são elementos constitutivos dessa trajetória. Todos os espetáculos seguem em repertório até hoje tendo sido apresentados em quase uma centena de cidades pelo Brasil e cinco países do mundo com as encenações realizadas em inglês, italiano e francês.

A partir de 2004, o grupo realiza uma residência artística na Vila Maria Zélia na Zona Leste de São Paulo. A “Vila” é hoje um espaço de pesquisa, difusão e formação que abriga projetos como os “Núcleos de pesquisa” que acolhem anualmente cerca de cem artistas, além de diversos espetáculos e oficinas. Com esta ação contínua o grupo tem conseguido criar uma relação com o público da cidade de São Paulo que vai além de suas próprias peças e transborda o meio teatral fazendo parcerias com as áreas do cinema, das artes plásticas, dança, fotografia, arquitetura e história.

Este trabalho só é possível graças aos subsídios públicos com os quais o grupo vem contando de forma intermitente em sua trajetória. Em 2017, o grupo conta com o apoio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo para o projeto "A estufa e cidade".
__________________________


Em caso de dúvidas ou problemas com o preenchimento do formulário entre em contato com faleconosco@grupoxix.com.br ou www.facebook.com/grupoxixdeteatro

Esta atividade é pública e gratuita. Garantida pela Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo.

==========================================================


07, 10, 14, 17/08
Corpo-Acúmulo




Encontros práticos voltados aos artistas da cena para estudar as poéticas do acúmulo no corpo que move e fala. Acúmulo de objetos, adereços e textos ditos que (des) hierarquizam as partes do corpo e das imagens que se formam expandindo as possibilidades de montar, demolir e reinventar dramaturgias de movimento. 

Kenia Dias
Coordena o estudiofitacrepeSP- ateliê de som e movimento, um espaço dedicado à pesquisa e criação em arte sonora e arte da cena envolvendo atividades de formação e experimentação. Atua como diretora, professora de artes cênicas e performer. É professora de teoria e prática teatral da Escola Livre de Teatro de Santo André e da SP Escola de Teatro. É doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC/SP pesquisando registros de processo de criação de atrizes/atores com orientação de Cecilia Salles. Morou 5 anos em Belo Horizonte ministrando aulas de teatro no curso livre do Galpão Cine Horto, onde também, foi coordenadora dos Núcleos de Pesquisa no período de 2010 a 2011. Ainda em BH foi professora do curso profissionalizante de dança e de teatro do Cefar-Palácio das Artes e participou da equipe de direção da Companhia de Dança do Palácio das Artes. Mestre em Arte pela UnB - Universidade de Brasília e Bacharel em Interpretação Teatral pela mesma instituição. Foi professora de teoria e prática teatral do Departamento de Artes Cênicas da UnB e da pós-graduação da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
Seus últimos trabalhos como diretora e performer são: Fílon-o Teatro do Mundo em parceria com Ricardo Garcia, Allyson Amaral e Ana Paula Lopez (2016); Vaga Carne em parceria com Grace Passô, Ricardo Garcia, Ricardo Alves Junior e Nadja Naira (2016), A Inconstância da Vontade, direção realizada com formandos da EAD/USP (2016); Aisthesis (Rumos Itaú Cultural 2014/2015 e FAC/2017) em parceria com Francis Wilker, Giselle Rodrigues, Glauber Coradesqui, Jonathan Andrade, um projeto de intercâmbio entre artistas da dança e do teatro de São Paulo, Brasília e Portugal; Carne Moída peça realizado em parceria com Grace Passô com formandos da EAD/USP; Parquear, em parceria com Margô Assis e Thembi Rosa (Rumos Dança Itaú Cultural/2013); Havia (Palácio das Artes/BH/2011) em parceria com Ricardo Garcia; Padedéu (Funarte/BH/2010) em parceria com Ricardo Garcia; ArriscaMundo (Oficinão Residência Galpão Cine Horto/BH/2008). Atua como diretora de movimento e provocadora criativa em processos de criação de dança e de teatro. Seus últimos trabalhos dessa natureza foram realizados com o Grupo Galpão /BH e Teatro da Vertigem/SP, ambos em 2015.
Mais informações: http://lattes.cnpq.br/7795839282644042

=========================

11 e 12/08

Faixa Preta




Guizado Duo
Um dos pensamentos primordiais que impulsionam meu trabalho parte da constatação e do consequente incômodo ao se perceber a distancia imensa do grande público em relação á musica mais complexa. Nesse trabalho, o GuizadoDuo, levantamos em parte essa questão, afinal a música representa união e não separação, nesse trabalho nos propomos a sermos mais mediadores do que propriamente músicos. Mediadores terrestres de poderes supra terrestres. Partindo da simplicidade de uma melodia popular, lentamente vamos caminhando para sonoridades mais complexas, uma música que caminha de baixo para cima, no sentido de evolução, criar uma passarela possível, do simples ao complexo, do místico á volúpia, das formas concretas até um mundo de espíritos aéreos. Possibilitando assim abandonarmos nossas ortodoxias, pois a loucura completa esta na falta de percebermos o mundo em formas múltiplas, na falta de adaptação da nossa própria lógica em frente a diferentes reralidades.
Guizado Duo é formado por Guizado – trompete e eletrônicos. E Richard Ribeiro – Bateria.
=============================

Julho

21/07
Zapoeta#5

A imagem pode conter: texto

Desde Homero, passando pelos xamãs, poetas provençais, beats e rappers, a poesia falada é o que há. 
Meio canção, meio discurso de profeta louco, tem a capacidade de agregar e seduzir, de falar a corações e mentes. 
Misturada à música eletrônica, ao jazz, ao acid folk, ao drone ou ao blues, a poesia falada permite variar o discurso quando a conversa se torna sempre igual.

O Zapoeta é um encontro com poetas e músicos de diversas escolas e frentes que se reúnem para falar poemas e improvisar sons em jams. 
Sem pauta de tema exceto pelo roteiro, dura cerca de duas horas com dois intervalos breves, variando convidados a cada edição.

19h Abertura da casa
20h às 22h Apresentação de Angélica Freitas, Fabiano Calixto, Joca Reiners Terron, Júlia de Carvalho Hansen, Leda Cartum e Nuno Ramos

Músicos convidados: Charles Tixier, Clima, Flavio Tris, Juliana Perdigão e Mario Cappi

========================================


17,19,24 e 26/07
Corpo-em-Obra
com Kenia Dias



Encontros práticos voltados aos artistas da cena para estudar as poéticas da composição.
A partir de provocações corporais, espaciais e sonoras, incluindo textos e objetos, cada participante irá montar, demolir e reinventar versões diferentes de seu material criativo. 

Kenia Dias
Coordena o estudiofitacrepeSP- ateliê de som e movimento, um espaço dedicado à pesquisa e criação em arte sonora e arte da cena envolvendo atividades de formação e experimentação. Atua como diretora, professora de artes cênicas e performer. É professora de teoria e prática teatral da Escola Livre de Teatro de Santo André e da SP Escola de Teatro. É doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC/SP pesquisando registros de processo de criação de atrizes/atores-em-obra com orientação de Cecilia Salles. Morou 5 anos em Belo Horizonte ministrando aulas de teatro no curso livre do Galpão Cine Horto, onde também, foi coordenadora dos Núcleos de Pesquisa no período de 2010 a 2011. Ainda em BH foi professora do curso profissionalizante de dança e de teatro do Cefar-Palácio das Artes e participou da equipe de direção da Companhia de Dança do Palácio das Artes. Mestre em Arte pela UnB - Universidade de Brasília e Bacharel em Interpretação Teatral pela mesma instituição. Foi professora de teoria e prática teatral do Departamento de Artes Cênicas da UnB e da pós-graduação da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
Seus últimos trabalhos como diretora e performer são: Fílon-o Teatro do Mundo em parceria com Ricardo Garcia, Allyson Amaral e Ana Paula Lopez (2016); Vaga Carne em parceria com Grace Passô, Ricardo Garcia, Ricardo Alves Junior e Nadja Naira (2016), A Inconstância da Vontade, direção realizada com formandos da EAD/USP (2016); Aisthesis (Rumos Itaú Cultural 2014/2015 e FAC/2017) um projeto de intercâmbio entre artistas da dança e do teatro de São Paulo, Brasília e Portugal; Carne Moída peça realizado em parceria com Grace Passô com formandos da EAD/USP; Parquear, em parceria com Margô Assis e Thembi Rosa (Rumos Dança Itaú Cultural/2013); Havia (Palácio das Artes/BH/2011) em parceria com Ricardo Garcia; Padedéu (Funarte/BH/2010) em parceria com Ricardo Garcia; ArriscaMundo (Oficinão Residência Galpão Cine Horto/BH/2008); Mundus Novus (Prêmio Funarte Myrian Muniz/2007); Páginas Amarelas (Universidade de Brasília/2006/ Prêmio de melhor direção do SESC/DF e do Festival RioCenaContemporânea). Atua como diretora de movimento e provocadora criativa em processos de criação de dança e de teatro. Seus últimos trabalhos dessa natureza foram realizados com o Grupo Galpão /BH e Teatro da Vertigem/SP, ambos em 2015.
Mais informações: http://lattes.cnpq.br/7795839282644042

===============================================


Junho

30/6 e 01, 02/07

Fílon
o teatro do mundo





“A vida não é fácil... Mas, na cidade de Fílon a vida deslizava sem atritos, ou convulsões graças aos pontos espalhados por todo lado. Sempre quando alguém não sabia o que dizer, o ponto logo acudia com uma resposta adequada. Ninguém conhecia os homens e as mulheres que, dia e noite, se revezavam nos pontos, nem como tiveram acesso ao roteiro da vida de cada cidadão. Até que um dia, os pontos aparecem vazios...”

Quatro artistas experenciam de formas diferentes o corpo-sonoro-político-poético em situações limítrofes de controle e exaustão através do som, da voz e da ação no espaço. 

Criação baseada na história em quadrinhos “Filon: o teatro do mundo” de José Carlos Fernades e Luís Henriques, inspirada no poema Vida na Expectativa de Wislawa Szymborska.

Essa peça é uma produção do estúdiofitacrepeSP, um espaço independente destinado à pesquisa e criação em artes do som e do movimento.

Ficha técnica:
Criação e atuação: Allyson Amaral, Ana Paula Lopez, Kenia Dias e Ricardo Garcia
Concepção, direção e roteiro: Kenia Dias e Ricardo Garcia
Trilha sonora, figurino, luz e cenografia: Ricardo Garcia
Direção de movimento: Kenia Dias
Colaboração criativa: Dudude Herrmann
Foto: Manu Costa

======================================================



02,03,04/06
Pequenas Sessões



Amantes das sonoridades,

2017 começou pra gente a novidade é que as Pequenas Sessões irão alçar novos voos!

É a primeira vez que o passarinho vai voar para além das terras mineiras e, a convite do Estudiofitacrepe-sp ateliê de som e movimento, pousar na cidade de São Paulo, completando a 9ª edição do festival.

Localizado em uma ilha entre a Av. Paulista e Rua da Consolação, o estúdio, coordenado por Kenia Dias e Ricardo Garcia, é um ateliê de arte sonora e teatro físico dedicado à experimentação, criação e apresentação de trabalhos artísticos autorais nas áreas de som e movimento. O Fita é um dos espaços que mais admiramos na cidade!

Mantendo nosso anseio pelos intercâmbios sonoros, levaremos artistas mineiros para compartilharem o palco com nomes de São Paulo e Goiânia. Os shows acontecem nos dias 2 (18h), 3 (16h) e 4 (16h) de junho no Fita.

No primeiro dia, apresentaremos as interSessões de quatro músicos com o inédito Concerto Quadrifônico: o El Conejo (MG) com seus ritornellos (em-contra o ponto) do constante andarilho Bruno Abdala (Goiânia); João Carvalho (MG), com seu projeto Sentidor (MG), incorpora, sabiamente à tessitura, suas nuvens de timbres eletrônicos; e para compor a polifonia desse encontro, Tchilli Rodriguez (MG), com seus interlúdios, deixa que as diferenças sejam livres para todos os ouvidos.

No dia 3, iremos vivenciar o tão esperado encontro entre o anfitrião Constantina (MG), bella (SP) e Thomas Rohrer (SP). Improvisos e investigações prometem permear a noite que carrega em si, a incerteza.

Para fechar nossa programação, no dia 4 lise (MG) convida Anônimo a.k.a. Ricardo Garcia (estudiofitacrepe-SP) para re-territorialização da paisagem sonora de uma das favelas do Rio de Janeiro.

Ficou curiosx? Então, fica pertinho e vem conferir para trocarmos palavras, vivências, impressões e sonoridades! :)

Ahhhh… Um pequeno e importante aviso. Esse ano o passarinho voa livre, sem nenhum tipo financiamento. Então, ao garantir seu ingresso antecipado, você fortalece a realização do festival na cidade, e ainda leva para casa discos e pôsteres dos anfitriões Constantina e Lise. Acesse o Sympla e veja os combos! ;)

Saravá!!!

Programação – Pequenas Sessões em São Paulo

Dia 2 de junho, às 19h | Concerto Quadrifônico
El Conejo (MG) + Bruno Abdala (Goiânia) + Sentidor (MG) +  Tchilli Rodriguez (MG)

Dia 3 de junho, às 16h
Constantina (MG) + bella (SP) + Thomas Rohrer (SP)

Dia 4 de junho, às 16h
lise (MG) + Anônimo a.k.a. Ricardo Garcia (SP)

==========================================
Maio
27/05
BODES & ELEFANTES
ABDALA


Nenhum texto alternativo automático disponível.

==============================================

26/05
Música de Selvagem

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Música de Selvagem nasceu com o retorno de Arthur Decloedt e Filipe Nader de uma estada de seis anos na Europa. Os dois haviam se mudado em 2007 para Paris, em busca de novos horizonte musicais. Arthur ficou na cidade e Filipe mudou-se, não muito tempo depois, para Bruxelas. 
Em meados de 2013 ambos voltaram a viver no Brasil e juntando-se aos músicos Guilherme Marques, Célio Barros e Marcelo Coelho deram início a formação do grupo. Logo em seguida Célio parte do país para a Noruega e é substituído por Amílcar Rodrigues. 

O nome:
Certa vez, em uma pequena cidade da Catalunha francesa, enquanto dividia o palco com um consagrado saxofonista francês, Arthur viu e
ste recusar-se a tocar um tema de música brasileira, dizendo que não tocaria uma ‘música de selvagem’.
Esse episodio ecoou no inconsciente de Arthur por anos, gerando incômodo e fascínio. Afinal, o que seria esta “música de selvagem”?

O uso da improvisação livre é um dos pontos focais do grupo. Bandas como All included, Fire! Orchestra, Atomic, TriCollectif e o trabalho desenvolvido pelo grupo Ifa y Xango do qual Filipe Nader também faz parte, foram referências para Música de Selvagem ao longo da composição deste primeiro álbum.

Em 2016, Música de Selvagem lança pelo selo brasileiro Risco e pelo selo belga El Negocito Records, seu primeiro álbum, com peças improvisadas e composições de Arthur Decloedt e Guilherme Marques.

Música de Selvagem é:
Guilherme Marques (Bateria) - Arthur Decloedt (Baixo) - Filipe Nader (Saxofone alto e barítono) - Amilcar Rodrigues (Trompete e Flughel) e Oscar 'Cuca' Ferreira (Saxofone soprano e tenor).

====================================


08/05 a 26/06

Laboratório: sons em movimento
Módulo 2


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas sentadas, barba e área interna


Nesse laboratório serão investigadas as relações entre as dinâmicas do movimento e do som com seus desdobramentos poéticos. A proposta é fortalecer a investigação de uma dramaturgia corporal/sonora através de improvisos e provocações focadas na espacialidade, no fluxo e na velocidade do movimento e do som. 
Quando: 08/05 a 26/06 – segundas-feiras das 19:00 às 22:00h

Valor: R$300,00 por mês
Público: atores, performers e bailarinos, estudantes das artes da cena.
Vagas: 10
local:Estudiofitacrepe-sp ateliê de som e movimento
Rua da Consolação, 2582, sala 12-São Paulo
Inscrições: fitacrepemovimento@gmail.com

Kenia Dias e Ricardo Garcia

Coordenam o estudiofitacrepeSP-ateliê de som e movimento. Desde 2008 trabalham juntos pesquisando as relações entre o movimento e o som. Em 2016 dirigiram a peça Fílon-o Teatro do Mundo com Ana Paula Lopez e Allyson Amaral; Vaga Carne com Grace Passô e A Inconstância da Vontade com formandos da EAD/USP. A parceria se iniciou no Galpão Cine Horto/BH com a peça ArriscaMundo, onde a trilha sonora era produzida ao vivo através do uso de captadores em um grande tablado utilizado por doze atores que se moviam coreograficamente no espaço. Em 2009 realizaram a intervenção urbana Pixel Ação – Intervenção Sonoro Visual nas fachadas dos casarios antigos de Ouro Preto. Esse projeto foi composto por profissionais das áreas de dança, música, performance, fotografia, vídeo e cinema (Funarte Artes Visuais). A pesquisa de movimento e de som foi feita a partir da relação entre corpo e arquitetura e entre sons concretos e espaço urbano. Em 2010 criaram o duo Padedéu que participou do projeto Arte em Foco (Funarte-MG) e do projeto Teorema do Festival Contemporâneo de Dança de São Paulo, onde a sonoridade era produzida através de sons do cotidiano captados ao vivo, pré-gravados e processados no computador. A construção corporal/coreográfica partia de ações rotineiras que eram descodificadas no corpo da artista e reinventadas em cena. Ainda em 2010 ministraram o módulo Dramaturgias do Corpo Performático no curso da pós gradução da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Brasília). A parte prática do módulo teve como foco estudar as relações e diálogos entre as qualidades de tônus muscular e as variações sonoras. Em 2011 dirigiram o espetáculo Havia com atores do curso técnico de teatro do Palácio das Artes que, em 2012, foi convidado a participar do Verão Arte Contemporânea/BH. Com uma espacialidade concebida em três planos, o jogo entre o movimento e o som acontecia nas variações de velocidades das ações e alterações dos planos. Em 2014, Kenia Dias dirigiu com Grace Passô, o espetáculo Carne Moída com alunos formandos da EAD/USP e Ricardo Garcia criou a trilha sonora e a iluminação do espetáculo.

(foto: Manu Costa)


=========================================

\
Abril

29 e 30/04

estúdiofitacrepeSP no MASP

Oficina: Avenida Paulista

Pesquisas de objetos sonoros realizadas por Ricardo Garcia, 2017


Sobre a oficina
Esta oficina pretende criar aproximações com conceitos de instalação e arte sonora. Para isso, os integrantes do Núcleo de Pesquisa em SoundArte do estúdiofitacrepeSP ensinarão a produzir captadores e dispositivos sonoros de baixo custo, apresentarão referências de obras e artistas que utilizam o som como matéria para instalações artísticas, e conduzirão uma coleta de materiais para a criação de um objeto sonoro em conjunto com os participantes. Em um segundo momento, irão propor a interação desses equipamentos com a arquitetura do museu e a paisagem sonora que o cerca, a Avenida Paulista, a partir de três eixos poéticos: memória e imaginário; arquitetura e antropologia; processos perceptivos e ecologia sonora.

Proponente
Núcleo de Pesquisa em SoundArte do estúdiofitacrepeSP. Coletivo de artistas que desenvolvem pesquisas e ações materializando o som em objetos táteis, visuais e poéticos. 

O estúdiofitacrepeSP é um ateliê de arte sonora e teatro físico localizado no encontro da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, dedicado à experimentação, criação e apresentação de trabalhos artísticos autorais nas áreas de som e movimento. 

A oficina será orientada por:

Ricardo Garcia - produtor e curador de arte sonora e desenvolve sua pesquisa em música experimental, eletroacústica e instalações sonoras. Desde 2014 coordena o estúdiofitacrepeSP em parceria com a diretora e performer Kenia Dias.

DeCo Nascimento - artista sonoro, compositor de música eletrônica, Dr. em Arte: Produção e investigação pela Facultad de Bellas Artes San Carlos (ES) e membro da Asociación Nacional de Investigadores en Artes Visuales da Espanha. Membro do dúo de live electronic Clássicos de Calçada.

Felipe Vilasanchez - compositor e artista sonoro. Tem obras acusmáticas, obras baseadas em improvisação, instalações sonoras, trilhas e sonorizações para audiovisual. Apresentou seus trabalhos no Museu Lasar Segall, Museu da Casa Brasileira, nos festivais Happenings (RJ) e Multiplicidade (RJ) e no estudiofitacrepeSP. Participou de residência na Casa das Caldeiras.


==================================================

18/04


Oficina com EXTENDED GROUND e Food - NORUEGA



Iain Ballamy e Thomas Strønen (Extended Ground e Food - NORUEGA) trabalham com a integraçāo entre a música eletrônic a e o acústic a por quase 20 anos. Lançaram 8 discos, toca ram pela Europa, Ásia e América do Norte e faz em parte do prestigiado selo ECM Records. Tanto Ballamy como Strønen compõem músicas para a cena eletrônica e para orquestras.
Neste workshop, os músicos falarão sobre como trabalhar com instrumentos eletrônicos em ambientes de improvisaçāo livre, além da conexāo entre composiçāo e improvisaçāo. 
Os músicos farão uma demonstrarāo e convidarāo aqueles que quiserem para se juntarem à eles.
O workshop será aberto para perguntas da plateia.

=========================================


08/04

AUTO(SP) & DEDO(RJ)




AUTO
Auto foi formado no fim dos noventa e lançou três cassetes com gravações de estúdio e registros ao vivo das casas que acolhiam a cena hardcore paulistana em meados de 1997. 

Auto também catalizou as influências de seus integrantes oriundos de bandas importantes do cenário independente como AgaineIntense e Veracidad; além de ver emergir de suas fileiras o caótico Prendedor e o Objeto Amarelo, que circula e fomenta a música experimental no Brasil há mais de quinze anos.

Em 2010, com o retorno do vocalista, Jonathan Gall, natural de Nova Iorque, a banda retomou os ensaios e as composições e tem feito shows mostrando desdobramentos sonoros que misturam eletrônicos minimalistas com instrumentos acústicos e processos experimentais de improviso e ruidagem, sem abandonar a abrasividade inicial do rock punk que marcou seu início. 

Em dezembro de 2014 lançaram seu primeiro álbum, Crossfire, em vinil 12" e digital (gratuito) pela Submarine Records
Carlos Issa – Guitarra, eletrônicos
Marcilio Silva – Baixo
Marcelo Fusco – Eletrônicos
Alexandre Amaral – Bateria
Jonathan Gall - Voz, eletrônicos

otua.bandcamp

============================================

DEDO O DEDO é um grupo multimeios baseado no Rio de Janeiro que produz música, instalações, performances, rituais e celebrações. Seu trabalho é de imersão, tanto dos músicos envolvidos quanto dos espectadores, e suas apresentações são minuciosamente desenhadas para cada ambiente que os recebe. As peças audiovisuais do DEDO transitam naturalmente também por cinemas, museus, galerias e eventos ligados à arte contemporânea.




===========================================


07/04

ZAPOETA #3




Desde Homero, passando pelos xamãs, poetas provençais, beats e rappers, a poesia falada é o que há. 
Meio canção, meio discurso de profeta louco, tem a capacidade de agregar e seduzir, de falar a corações e mentes. 
Misturada à música eletrônica, ao jazz, ao acid folk, ao drone ou ao blues, a poesia falada permite variar o discurso quando a conversa se torna sempre igual.

O Zapoeta é um encontro com poetas e músicos de diversas escolas e frentes que se reúnem para falar poemas e improvisar sons em jams. 
Sem pauta de tema exceto pelo roteiro, dura cerca de duas horas com dois intervalos breves, variando convidados a cada edição.

19h Abertura da casa
20h Apresentação de Bruna Beber, Reuben da Rocha e Angélica Freitas
Intervalo
21h Apresentação de Joca Reiners Terron, Bruno Brum e Alice Sant'Anna

Músicos convidados: Guilherme Valério, Juliana Perdigão, Mario Capi, Mica Farina e Zé Barrichelo.
==============================================




Março

30/03 a 02/04




Fílon
o teatro do mundo

“A vida não é fácil... Mas, na cidade de Fílon a vida  deslizava sem atritos, ou convulsões graças aos pontos espalhados por todo lado. Sempre quando alguém não sabia o que dizer, o ponto logo acudia com uma resposta adequada. Ninguém conhecia os homens e as mulheres que, dia e noite, se revezavam nos pontos, nem como tiveram acesso ao roteiro  da vida de cada cidadão. Até que um dia, os pontos aparecem vazios...”
Criação baseada na história em quadrinhos “Filon: o teatro do mundo” de José Carlos Fernades e Luís Henriques, inspirada no poema Vida na Expectativa de Wislawa Szymborska.
Essa peça é uma produção do estúdiofitacrepeSP, um espaço independente destinado à pesquisa e criação em artes do som e do movimento.
Ficha técnica:
Criação e atuação: Allyson Amaral, Ana Paula Lopez, Kenia Dias e Ricardo Garcia
Concepção, direção e roteiro: Kenia Dias e Ricardo Garcia
Trilha sonora, figurino, luz e cenografia: Ricardo Garcia
Colaboração criativa: Dudude Herrmann
Arte gráfica: Lucas Rampazzo

====================================

18/03/17





Chinese Cookie Poets (Rio de Janeiro)
Trio do Rio de Janeiro formado em 2010 por Marcos Campello (guitarra), Felipe Zenícola (baixo) e Renato Godoy (bateria).

Rock ríspido, físico e lúdico. Free jazz roqueiro com uma estética stop-and-go em composições curtas. Uma apresentação ao vivo do Chinese Cookie Poets é sempre um misto de intensidade brutal e intervenções meticulosas, com composições fixas mas que abrem espaço para terrenos de improviso, sem no entanto soar como duas áreas diversas. Ao contrário, uma das forças do CCP é fazer com que todas essas articulações funcionem num mesmo continuum, sem quebrar em pedaços o som do grupo.

Após 2 EPs, lançaram em 2012 seu primeiro álbum completo, o "Worm Love", que contou com a participação do compositor e guitarrista norte-americano Arto Lindsay em uma das faixas.
Em 2013 lançaram "Danza Cava", uma colaboração com o trumpetista brasileiro Nicolau Lafetá.
Em 2014 lançaram seu quinto registro, o "", quando então sairam em turnê pela Europa, percorrendo 6 países num total de 8 apresentações, incluindo o Action-Jazz Festival (Dinamarca), curado pelo baterista norueguês Paal Nilsen-Love e o Music Unlimited 28 (Wels).

Em março de 2015 voltaram à Europa para apresentações no Counterflows Festival (Escócia) e Cafe OTO (Londres).

Ao longo destes 7 anos o CCP tem colaborado com diversos artistas locais e internacionais em seus shows e em sessões de gravação, como Zbigniew Karkowski (Polônia), Arto Lindsay (Brasil/EUA), Paal Nilssen-Love (Noruega), Bill Orcut (EUA), MIR (Suiça), Nicolau Lafetá (Brasil), Sam Natch (Argentina), Eyal Maoz (Israel) e Negro Leo (Brasil).


 https://chinesecookiepoets.bandcamp.com

Vermes do Limbo (SP)
Para quem escolheu a arte como alimento, é impossível observar e não classificar, rotular e determinar parâmetros de identidade em cada pedaço de obra, minuto de música, frame por segundo que seja apresentado. É a era do sample, do remix. 
E os Vermes? Estão desde 1996 fazendo, lançando e apresentando música independente, principalmente independente de regras. Conduzidos por uma força bruta primitiva e aqui se faz a única referência possível para os iniciantes. 
Os Vermes são uma banda de punk rock e entregam toda originalidade de quem realmente não faz o menor esforço para se conectar, escolhendo os caminhos mais tortuosos e esburacados em sua jornada. O grande lance é que se você tira o olho da estrada e mira a paisagem ao redor, se deslumbra. Uma experiência sensorial única. Os Vermes promove uma destruição coesa e elaborada, com a precisão de quem sabe como implodir prédios sem fazer bagunça, com músicas que formam um conjunto perfeito, onde o som é o único conector e funciona como um registro sem par de um trabalho atemporal. 
Guilherme Pacola bateria e Vinicius Patrial baixo. 
Texto por Rodrigo Guedes (Grenade / Killing Chainsaw)

 https://vermesdolimbo.bandcamp.com/

============================================
17/03/17





Joana Guerra e Filipe Moreira(PT)

Dueto Entoado apresenta ANDRO GYNY | performance de dança e música +
Concerto de Joana Guerra (cantautora violoncelista/experimental) + Banquet de Filipe Moreira | dança 
ANDRO GYNY | Performance de dança e música 
Dueto Entoado, vindo de Lisboa, é constituído por Filipe Moreira na dança/voz e Joana Guerra na música (violoncelo/voz). A dupla apresenta a sua criação ANDRO GYNY, explorando as características femininas e masculinas da música e da dança, ao som de um violoncelo e de duas vozes. 
Convidamos todos a virem escutar e a envolverem-se com a diversidade e ambiguidade deste projecto em que o acaso levou dois artistas a encontrar-se, numa união celebrada pelo amor à música e à dança. 
Duração: 30 min aprox.
Teaser: 
www.vimeo.com/192838052 
Prémios/Nomeações: Fundo Cultural da Fundação GDA atribuído em 2016 ao espectáculo Andro Gyny para tournée nacional e internacional. 
———————————————————————
CONCERTO DE JOANA GUERRA 
Servindo-se do violoncelo, voz e loopstation, Joana Guerra é uma cantautora portuguesa cujas composições transitam entre a canção e a experimentação acústica. Compositora com um ADN único em Portugal, Joana Guerra cruza a prática clássica do violoncelo com algumas expressões de vanguarda (pensem em Arthur Russell), criando canções oníricas (e por vezes arrepiantes) onde a melodia ocupa quase sempre um papel central. 
Em 2016, lança novo disco, “Cavalos Vapor”, com o selo da editora Revolve. Neste registo, encontra-se a linguagem erudita, sabida ao detalhe, em confronto com um folclore familiarmente português, com um entendimento estabelecido no tom sorumbático e negro que pautam as suas oito peças. 
Para escuta aqui: www.rvlv.bandcamp.com/album/cavalos-vapor 
Duração: 30 min aprox.
Vídeos: 
www.youtube.com/watch?v=Xn5U85tW94c&t=141s 
——————————————————————
BANQUET DE FILIPE MOREIRA | DANÇA 
Banquet é uma performance de dança contemporânea, com uma forte componente teatral, sobre a Cracolândia. Na sequência do estágio realizado em 2013, em São Paulo, com a companhia de Teatro do Miolo, Filipe Moreira sentiu a necessidade de uma nova criação a solo, uma performance que refletisse sobre a Cracolândia. Uma forma de manifesto! 
Mais do que uma performance de dança, Banquet, é um grito angustiado e grotesco, sobre a loucura, a fome e a ausência de afeto. 

==============================
11/03/17




NAAXTRO

O NAAXTRO apresenta uma confraria de idéias musicais baseadas em composição e/ou 
(des)construção espontânea. 
Formado por Leandro Archela (teclados), Cacá Amaral (bateria), Iládio Davanse (baixo), 
Daniel Gralha (trompete e flugel) e Cuca Ferreira (sax barítono e flauta). 
O som traz o gosto pelo imprevisto, pela liberdade. Busca refletir esse nosso tempo onde a hierarquia cronológica 
perdeu totalmente o sentido. O "tudo ao mesmo tempo agora" também acontece no palco, 
entremeado por temas altamente melódicos e muita improvisação. 
Com um EP (2010), dois albuns lançados em 2016 (Segunda na Barra Funda Vol. 1 e 2), e 
diversas apresentações em palcos paulistas, o repertório instrumental mescla tanto temas 
compostos coletivamente, que flertam constantemente com o imprevisto, como momentos de 
criação espontânea, prezando pela exploração de timbres e camadas numa sobreposição de 
elementos não necessariamente em consonância. 

================================

10/03/17

Vinícius Mendes
Lançamento-NAU




Inédito em São Paulo o multi instrumentista, improvisador e compositor Vinícius Mendes traz o lançamento do álbum NAU. 
O projeto NAU surgiu em 2015 idealizado pelo multi instrumentista, compositor e improvisador Vinícius Mendes. Com a ideia de trabalhar metodologias de música livre, Vinícius Mendes convidou para integrar o projeto o pianista e improvisador Cliff Korman, o contrabaixista Trigo Santana e o baterista Gabriel Bruce.
Em Dezembro de 2015 os músicos entraram em estúdio e gravam ao vivo o disco NAU. O disco é composto por diferentes sessões onde encontra-se diferentes tipos de música. Uma parte é dedicada à improvisação livre. A outra é dedicada a experiências modais e atonais aplicados à ritmos brasileiros e a terceira é o Free Jazz, estilo comum entre Vinícius Mendes e Cliff Korman. 
A partir desses três estilos Vinícius Mendes busca uma nova metodologia de composição que tem como objetivo único sua dissolução através da improvisação, processo estético que o músico denomina como Autiqúiria. 
O álbum NAU teve um pré lançamento pelo projeto Quarta Instrumental no Sesc Palladium com os músicos Rafael Martini no piano, Frederico Heliodoro no baixo acústico, Gabriel Bruce na bateria e Vinícius Mendes nos saxofones. O lançamento oficial foi realizado em 18/02/2017 pelo Verão Arte Contemporânea ao lado dos músicos Rafael Martini no piano, Bruno de Oliveira no baixo acústico, Gabriel Bruce na bateria e Vinícius Mendes nos saxofones.
Em São Paulo no Estúdio Fita Crepe, a performance contará com os músicos Felix Wagner (DEU-BRA Piano) pianista que atua na cena de São Paulo desde a década de 80. Participou como multi instrumentista com o lendário Grupo Um e como pianista com o não menos importante Divina Increnca, dois grande nomes do Free Jazz brasileiro.
Noa Stroeter (BRA- Baixo Acústico) e João Fidelis (BRA-Bateria) são a cozinha do Caixa Cubo Trio, grupo esse que tem um projeto estabelecido na composição e improvisação na música brasileira. 
======================================

06/03 a 24/04
Laboratório: sons em movimento






Nesse laboratório serão investigadas as relações entre as dinâmicas do movimento e do som com seus desdobramentos poéticos. A proposta é fortalecer a investigação de uma dramaturgia corporal/sonora através de improvisos e provocações focadas na espacialidade, no fluxo e na velocidade do movimento e do som. A partir daí, inventaremos situações e/ou cenas de curta duração. Nessa invenção, além da articulação entre o som e o movimento, textos e objetos serão incluídos gerando contextos criativos diversos.

Módulo 1: 06/03 a 24/04 – segundas-feiras das 19:00 às 22:00h


Kenia Dias e Ricardo Garcia

Coordenam o estudiofitacrepeSP-ateliê de som e movimento. Desde 2008 trabalham juntos pesquisando as relações entre o movimento e o som. Em 2016 dirigiram a peça Fílon-o Teatro do Mundo com Ana Paula Lopez e Allyson Amaral; Vaga Carne com Grace Passô e A Inconstância da Vontade com formandos da EAD/USP. A parceria se iniciou no Galpão Cine Horto/BH com a peça ArriscaMundo, onde a trilha sonora era produzida ao vivo através do uso de captadores em um grande tablado utilizado por doze atores que se moviam coreograficamente no espaço. Em 2009 realizaram a intervenção urbana Pixel Ação – Intervenção Sonoro Visual nas fachadas dos casarios antigos de Ouro Preto. Esse projeto foi composto por profissionais das áreas de dança, música, performance, fotografia, vídeo e cinema (Funarte Artes Visuais). A pesquisa de movimento e de som foi feita a partir da relação entre corpo e arquitetura e entre sons concretos e espaço urbano. Em 2010 criaram o duo Padedéu que participou do projeto Arte em Foco (Funarte-MG) e do projeto Teorema do Festival Contemporâneo de Dança de São Paulo, onde a sonoridade era produzida através de sons do cotidiano captados ao vivo, pré-gravados e processados no computador. A construção corporal/coreográfica partia de ações rotineiras que eram descodificadas no corpo da artista e reinventadas em cena. Ainda em 2010 ministraram o módulo Dramaturgias do Corpo Performático no curso da pós gradução da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Brasília). A parte prática do módulo teve como foco estudar as relações e diálogos entre as qualidades de tônus muscular e as variações sonoras. Em 2011 dirigiram o espetáculo Havia com atores do curso técnico de teatro do Palácio das Artes que, em 2012, foi convidado a participar do Verão Arte Contemporânea/BH. Com uma espacialidade concebida em três planos, o jogo entre o movimento e o som acontecia nas variações de velocidades das ações e alterações dos planos. Em 2014, Kenia Dias dirigiu com Grace Passô, o espetáculo Carne Moída com alunos formandos da EAD/USP e Ricardo Garcia criou a trilha sonora e a iluminação do espetáculo.


================================================================

04/03/17





SOLARIS é um projeto do baterista Richard Ribeiro( Porto, ex integrante do SP Undergroung,Guizado, Gui Amabis, Marcelo Jeneci, etc).
Em SOLARIS, Richard faz uma apresentação solo, onde faz uso da bateria, vibrafone, arco, sinos e outros cacarecos para construção de uma paisagem sonora.
———————————————————

Felipe Vilasanchez é compositor. Em seus trabalhos utiliza samples, sons sintetizados, registros sonoros de alta e baixa qualidade, ruídos e gravações instrumentais, em diálogo com a música de concerto, do medieval ao digital. 

Em apresentações solo suas principais ferramentas são um computador, um software de sampleamento e manipulação de som, e um controlador para acionar e manipular os sons ao vivo, o que forma uma conjunção entre partitura e instrumento.

soundcloud.com/felipevilasanchez
www.mixcloud.com/felipe_vilasanchez

=================================

Fevereiro


18/02/17

Festa 3ANOS do fita




Anônimo 
Projeto solo de Ricardo Garcia, nesse set trabalha com sintetizador DIY, fita K7, molas e água.
===================
Carla Boregas explora o universo do som, só ou acompanhada.
Também integrante do Rakta, Fronte Violeta e a frente do selo Dama da Noite Discos.
====================
HolofonicaProjeto de música criativa de Leandro Archela (NAAXTRO, Rumbo Reverso, Bode Holofonico) onde a criação antirracional de paisagens sonoras se desenvolve através da livre manipulação e experimentação de instrumentos musicais e efeitos eletrônicos.
================================
M.TAKARA 
set solo curto de 20/30 minutos chamado "cavulcão", baseado em melodias e improvisos mântricos utilizando apenas percussão eletrônica, cavaquinho e voz.
===============================
Rodolfo Valente
Nesta performance quadrifônica, Rodolfo Valente retoma fragmentos e materiais de sua pesquisa eletroacústica recente, com especial atenção para as sonoridades de síntese.
===================
SALÃO EXTREMO
Projeto tocado pelo músico Henrique Diaz (Baoba Stereo Club) com:
Henrique Diaz - Guitarra
Ricardo Pereira - Metalofone, Flauta e Eletrônicos
Andre Calvente - Baixo
Mauiricio Takara - Sopros e Cavaco
Leandro Archela - Teclados
Caca Amaral - Bateria e Percussão
=========================

===================================
17/02/17

França/Cuca/Amilcar/Nader




Amilcar Rodrigues atualmente tocando com o compositor Mauricio Pereira,Tulipa Ruiz, Projeto B, Projeto Coisa Fina, Dj Tudo e sua gente de todo lugar, A Espetacular Charanga do França, Space Charanga e Música de Selvagem . Participou de outros grupos como:Banda Savana, grupo de música antiga da Usp. Já tocou na Big Band da ULM, do conservatório de Tatui e com a Jazz Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou tambem de espetáculos teatrais como a Megera Domada montagem do grupo Ornitorrinco, Lorca do gropo Xpto, Tráfego da companhia Nova Dança e do musical Eu Sou O Samba.

Thiago França integrante do grupo Metá Metá e líder da Espetacular Charanga, Thiago desenvolve projetos que passam pela canção, improvisação livre e a música de rua. com mais de 20 discos lançados, entre físicos e digitais, contribui regularmente com artistas como Rodrigo Campos, Guizado, Criolo, Romulo Fróes e Tulipa Ruiz. mais recentemente, recebeu o prêmio APCA de melhor disco com "MM3".

Cuca Ferreira, é músico, arranjador e produtor. Membro da banda Bixiga 70, tem atuado em vários projetos com João Donato, Elza Soares, Música de Selvagem, Trupe Chá de Boldo, entre outros.


Filipe Nader toca saxofone, faz arranjos, escreve músicas e se diverte tocando sousafone no seu tempo livre.
Formado pela faculdade santa marcelina em São Paulo e mestre em performance em saxofone jazz pelo conservatório de Bruxelas na Bélgica (Koninklijk Conservatorium Brussel) Filipe toca em diversos grupos tanto no Brasil quanto na Europa.
Na Bélgica, junto do grupo Ifa y Xango com o qual ganhou diversos prêmios como o Jovem Talento do Jazz na Bélgica (2012) e o prêmio de melhor álbum de estréia de jazz de 2013 pela revista americana New York City Jazz Records.
Recentemente gravou com o recém formado grupo belga Nest o disco rub que tem tido boa recepção dentro da mídia especializada Europeia.
No Brasil Filipe toca, arranja e compõe com diversos grupos com destaque para a cantora Tiê, Charlie e os Marretas, Musica de Selvagem, A espetacular charanga do frança, Grand Bazaar, Dj Tudo e sua gente de todo lugar, Trupe Chá de Boldo e Isadora canto.

============================

11/02/2017





Rumbo Reverso é a realização dos experimentos, pesquisas e improvisos de Cacá Amaral, um músico incansável que se divide entre o FireFriend (tocando guitarra e bateria), a Naaxtro (bateria e samplers) e a participação no trabalho de outros amigos (como o curta-metragem Walking Bass, de Luiz Romero e Caio Ferraz). Disponibilizado para download gratuito (rumboreverso.com) o primeiro trabalho foi lançado em CD e vinil em 2013 e seu segundo trabalho lançado em 2016 no formato CD .Rumbo Reverso, o disco, traz Cacá Amaral acompanhado de outros músicos como Mauricio Takara, Daniel Gralha, Diogo Valentino e Mancha Leonel,Juliana R,Iládio Davanse , Filipe Nader , Ricardo Pereira entre outros, buscando manipular sonoridades através do uso de bateria, guitarras, gaita, samplers e loops diversos para criar novas paisagens sonoras. 

https://rumbo-reverso.bandcamp.com/

-----------------------------------

Black Snake 808 ( Com Ricardo Pereira )

Black Snake 808 é o nome que Ricardo Pereira apelidou seu equipamento Groovebox MC 808 para criar sua música eletrônica com influências de Rap Boom Bap , House , Ragga e Hip Hop "Fututístico" e Experimental. Ricardo é músicos nos projetos Rumbo Reverso , Objeto Preto , Prestige Duo e Bodes & Elefantes , iniciou sua história na música em 2004 como DJ no qual ele ainda atua e faz parte da Web Rádio DADA RÁDIO com a série High Life. Em 2016 lançou seu primeiro album solo com o nome "Blessed" que vem sendo bem recebido pelos ouvidos na cidade de São Paulo com seu som envolvente e com bom espectro.


==================================



10/02/17

Tenório/Rohrer/Trobollowitsch






A colaboração entre Thomas Rohrer e Marina Tenório nasceu do desejo de explorar, por meio da improvisação, o diálogo entre o som e o movimento. Neste trabalho, o instrumento é tratado como fonte das mais variadas sonoridades e o corpo é visto como gerador de diversos tipos e qualidades de movimentos. Cada um deles pode seguir uma infinidade de caminhos, levando sempre em consideração o percurso que está sendo trilhado pelo outro — confluindo em certos momentos, separando-se em seguida para encontrar-se mais à frente num lugar que não foi planejado de antemão. 

Marina Tenório atua nas áreas de teatro, dança e tradução. Encenou o balé “As criaturas de Prometeu”, de Beethoven, na Filarmônica de Moscou. Também na Filarmônica, participou do Festival “Cage. A silent Presence” com a coreografia “Around Four”. Desenvolve trabalhos com o músico Thomas Rohrer e com a artista plástica Néle Azevedo e coordena na Casa Líquida um grupo de estudos da metodologia desenvolvida pelo diretor russo Anatóli Vassíliev. Para a ed. 34 traduziu “A palavra na arte do Ator”, de Maria Knebel, “O Duelo”, de A. Tchékhov, e participou da tradução da coletânea “Contos de Kolimá”, de V. Chalámov.

Thomas Rohrer, suiço radicado há 20 anos no Brasil. Seu trabalho é norteado pelo improviso, usando rabeca e sax soprano, e busca explorar as diferentes sonoridades dos instrumentos. Ele faz parte do Coletivo de improvisação Abaetetuba, Black Cube SP com Rob Mazurek, Ponto Br e toca com Juçara Marçal. Atualmente, mantém parcerias com Philip Somervell, Hans Koch, Ute Wassermann, Bella, Michael Vorfeld, André Damiao, Marina Tenório (dança), entre outros. Idealizou o projeto Tradição Improvisada, onde, junto a Panda Gianfratti, dialoga com a música de Nelson da Rabeca e Dona Benedita.

-----------------------------------






Andreas Trobollowitsch é um compositor com sede em Viena, performer e artista sonoro.
Em suas obras, usa principalmente instrumentos musicais preparados e objetos modificados.
Recentemente, tem trabalhado com performances e instalações sonoras e composições conceituais.
CD e DVD-releases: schraum (Berlim), Monotype (Varsóvia), Filmarchiv Áustria (Viena) e Crónica (Porto).
Realizou exposicoes e concertos na Europa, Ásia, América do Norte, América Central e América do Sul.


https://trobollowitsch.hotglue.me

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.